Consciência Negra: reflexão sobre a história, cultura e luta pela igualdade

O Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, é uma data que simboliza a luta pela igualdade racial e a valorização da cultura afro-brasileira. A Escolha da data foi dada em homenagem à morte de Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares, um dos maiores símbolos de resistência à escravidão no Brasil.

A celebração não se limita a um único dia, mas é um convite à reflexão sobre a história, as conquistas e os desafios da população negra no país. Deste modo, a Afya Paraíba realizou, neste dia 28 de novembro, uma palestra alusiva a esta data tão marcante.

“O Dia da Consciência Negra é um marco para destacar a resistência e a contribuição histórica dos negros para a construção do Brasil. Deste modo, é muito importante e necessário que a gente proporcione debates e momentos reflexivos como o que vivemos hoje. Foi uma partilha muito especial”, ressaltou o diretor da instituição, professor Sérgio Ricardo.

A data, instituída em 2023 como feriado nacional, convida a sociedade a refletir sobre esses desafios e sobre o racismo estrutural ainda presente em diversos aspectos da vida cotidiana. O legado de Zumbi é símbolo da luta contínua pela dignidade e igualdade.

“O letramento racial crítico nos ajuda no enfretamento ao racismo e traz uma consciência de coisas que estão internalizadas na sociedade e nos fazem praticá-las inconscientemente. Trazer isso à consciência é fazer com que as pessoas repensem seus atos, já que é inadmissível em 2024 agente naturalize o racismo. Então, o que fizemos aqui foi ofertar conhecimento para que, tento a clareza, se combata as práticas”, enfatizou o palestrante Leonardo Silva.

Para os colaboradores, o primeiro passo para mudança comportamental é o conhecimento acerca do que se fala. A colaboradora Denise pontou sobre a importância e necessidade de se falar sobre respeito, sobre combate ao racismo, sobre igualdade racial.

“Eu achei muito interessante levantarmos essa discussão porque, dessa forma, a gente consegue, a partir da apreensão de mais conhecimento, embasar nosso combate e contra o racismo e mudança de atitudes racistas que, muitas vezes, estão internalizadas em nós”, disse.